quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Corinthians empata com o Brasiliense e interrompe série de vitórias

O Corinthians buscava sua maior seqüência de vitórias em 2008, mas acabou saindo da Boca do Jacaré, palco do seu confronto com o Brasiliense, em Taguatinga (DF), nesta terça-feira, com um empate por 1 a 1.
O resultado pouco mudou a situação do time paulistano na Série B do Campeonato Brasileiro. A equipe continua na liderança, com 55 pontos, e tem uma confortável vantagem para o fim da zona de acesso para a primeira divisão: o Bragantino, quinto, soma 42.
O Corinthians tentava sua sétima vitória seguida para superar os seis triunfos consecutivos obtidos logo nas primeiras rodadas da competição e que ajudaram a equipe a embalar na disputa por uma vaga na elite.
Recuperados de contusão, o atacante Dentinho e o lateral-esquerdo Wellington Saci foram relacionados pelo técnico Mano Menezes para o jogo. O atacante Otacílio Neto, contratado em agosto, foi chamado pela primeira vez e estreou.
No entanto, nenhum dos três atletas começou a partida. O treinador não escalou o lateral Alessandro e o meio-campista Douglas, suspensos. Outros desfalques foram o volante Nilton e o atacante Bebeto, que estão machucados.
Por opção da torcida, o time de Mano foi a campo com a camisa roxa.

Economia brasileira é a 4ª menos vulnerável entre emergentes

Estudo do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) divulgado nesta semana aponta que a economia brasileira é a quarta menos vulnerável entre 23 países emergentes. Em 1998, no mesmo ranking, o Brasil figurava no grupo dos países emergentes 25% mais vulneráveis. Em 2007, a economia brasileira figura entre as 25% menos vulneráveis, que coloca o País na quarta posição atrás apenas da Polônia, Turquia e Hungria.
O trabalho enfatiza as políticas com potencial de reduzir a vulnerabilidade econômica de emergentes frente a conjunturas externas desfavoráveis. "Dentre as recomendações de políticas públicas, concluímos que a vulnerabilidade econômica do país é potencialmente reduzida na medida em que aumentam o grau de desenvolvimento do mercado financeiro doméstico, a liberalização financeira, o superávit primário, os indicadores de governança e diminuem a instabilidade econômica, o endividamento e o estoque de dívida indexada à moeda estrangeira", diz o estudo.

Os resultados se sustentam em políticas de maior liberalização financeira, gerenciamento da dívida pública com diminuição da dívida bruta e do estoque indexado à moeda estrangeira, sustentabilidade da política fiscal, desenvolvimento do mercado financeiro doméstico, crescimento consistente, além de melhorias nos indicadores de governança — sobretudo indicadores de risco jurisdicional (aparato legal) e qualidade da regulação.

Legislação - O estudo destaca algumas ações implementadas pelo Brasil, principalmente a partir do biênio 2005/2006, que tornaram o País menos vulnerável a choques externos. Em junho de 2006, por exemplo, entrou em vigor a Lei nº 11.312 que garantiu ao investidor estrangeiro a desoneração fiscal em aplicações de títulos públicos federais e instrumentos de capital de risco (venture capital). Essa medida incentiva a participação de investidores não-residentes nas aplicações em títulos públicos, podendo contribuir para a melhora do perfil da dívida pública (redução dos juros, alongamento da maturidade, aumento e formação de uma base de investidores de longo prazo) e gerar externalidades positivas para diversas áreas, incluindo o setor produtivo.

Já a Lei nº 11.371,d e novembro de 2006, estabeleceu a nova regulamentação cambial para o Brasil, reduzindo custos de transação, eliminando assimetrias, flexibilizando a cobertura cambial para exportação e finalmente permitindo o processo de simplificação no mercado cambial com maior segurança jurídica.

A alteração e modernização das normas contábeis das sociedades anônimas brasileiras — por meio da Lei nº 11.638, de dezembro de 2007 — também foi outro fator que influenciou a melhoria do Brasil no ranking da vulnerabilidade econômica.

Grau de investimento - Outra medida adotada pelo Brasil foi o planejamento e gerenciamento da dívida pública federal (DPF) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio de melhoras no perfil da dívida pública, alongando o prazo médio, aumentando a liquidez, consolidando a composição via títulos prefixados e referenciados a índice de preços e alavancando a participação de investidores institucionais. Todas essas medidas culminaram com a obtenção do grau de investimento por duas agências internacionais de classificação de risco no primeiro semestre de 2008. - Em questão.

Luz para Todos tira da escuridão mais de 8,4 milhões de brasileiros

O governo federal está próximo de cumprir a meta de levar energia elétrica gratuitamente a 10 milhões de moradores do meio rural até dezembro de 2008, estabelecida pelo programa Luz para Todos em novembro de 2003. Desde então essa política pública coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), operacionalizada pela Eletrobrás e executada pelas concessionárias estaduais e cooperativas de eletrificação rural, já beneficiou 8,4 milhões de pessoas, o equivalente à população da Bolívia.
O avanço do programa iluminou o mapa da exclusão elétrica no Brasil, sobretudo nas regiões mais pobres do País. Em 2003, as famílias sem acesso à energia eram majoritariamente de baixa renda e residiam nas localidades de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Cerca de 90% dessas famílias tinham renda inferior a três salários-mínimos e 80% delas viviam no meio rural.
Por conta disso, ao lançar o Luz para Todos, o governo deixou claro que, mais do que levar energia elétrica às residências, o programa deveria funcionar como vetor de desenvolvimento social e econômico das comunidades atendidas, contribuindo para a redução da pobreza e aumento da renda familiar. Outra determinação era fazer do Luz para Todos um fator de integração dos programas sociais do governo federal, ao viabilizar indiretamente o acesso a serviços de saúde, educação, abastecimento de água e saneamento.
Na medida em que as ações foram implementadas, o governo descobriu que o número de excluídos elétricos era maior que o projetado pelo censo do IBGE do ano 2000, documento que serviu de referência para a elaboração do programa. Resultado: em pelo menos 11 Estados o Luz para Todos já executou um número de ligações maior que a meta inicial e em algumas regiões, em função do aumento da demanda, a etapa final será prorrogada para 2010.
“O Luz para Todos não é apenas um programa de eletrificação rural, mas de inclusão social, onde cada beneficiado acende um brilho na lâmpada e outro nos olhos. É um brilho muito especial, de alegria, de felicidade, de dignidade e de cidadania, que nos motiva a enfrentar todas as dificuldades do dia-a-dia”, declara o diretor do programa, Hélio Morito Shinoda.
Capilaridade - A dimensão do programa Luz para Todos é ilustrada pelos números do balanço de agosto de 2008. As ações são desenvolvidas simultaneamente nos 26 Estados da Federação, nos quais já foram realizadas 1,6 milhão de ligações residenciais e gerados 253 mil empregos diretos e indiretos. As redes de energia receberam 599 mil novos transformadores e 3,9 milhões de postes foram instalados nas diferentes regiões do País. O total de 747 mil quilômetros de cabos elétricos utilizados nas ligações até agora é suficiente para cobrir uma extensão equivalente a 18 voltas na Terra.
Metade dos 8,4 milhões de beneficiados até agosto de 2008 reside na região Nordeste. No Sudeste, região mais industrializada do País, foram atendidas 1,6 milhão de pessoas. Na região Sul, outras 686 mil. O Centro-Oeste aparece com 586 mil beneficiados e a região Norte com 1,3 milhão de atendidos. O cumprimento da meta inicialmente prevista significará retirar da escuridão um número de pessoas equivalente à população de Portugal.
Investimentos – Até o mês de agosto, o governo federal liberou R$ 5,6 bilhões de um total de 8,1 bilhões contratados. Os recursos federais são provenientes de dois fundos setoriais de energia: a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e a Reserva Global de Reversão (RGR). Os recursos subvencionados visam mitigar possíveis impactos nas tarifas de energia. - Em questão.

Manchetes do dia

Folha de S.Paulo: Com US$ 85 bi, EUA salvam seguradora
O Estado de S.Paulo: BCs socorrem bancos com US$ 210 bi
Jornal do Brasil: US$ 375 bi contra a crise
O Globo: EUA estatizam 3ª maior seguradora do mundo
Gazeta Mercantil: Fed mantém taxa de juros e acalma ânimo dos mercados
Valor Econômico: Todo o mercado olha para a AIG
Correio Braziliense: A crise a caminho do seu bolso
Estado de Minas: Granizo destrói casas e espalha medo em Minas
Jornal do Commercio: Médicos acordo fechado
Correio do Povo: Trégua na crise global
Zero Hora: EUA socorrem gigante do seguro para evitar colapso

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Lula é aprovado por todos segmentos sociais

Embalado por fortes resultados na economia e por grande exposição nacional na atual campanha eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quebrou o seu próprio recorde de avaliação positiva.
Lula também acaba de obter, pela primeira vez, a aprovação da maioria absoluta da população brasileira em todos os segmentos sociais, econômicos e geográficos do país.

Segundo pesquisa Datafolha finalizada ontem, 64% da população brasileira considera o governo Lula ótimo ou bom. O recorde anterior já colocava Lula na frente de todos os presidentes eleitos após a redemocratização -55% de aprovação registrados em março passado.

O levantamento revela também que a popularidade de Lula acaba de vencer a resistência de segmentos socioeconômicos específicos que mantinham, entre eles, o índice de aprovação abaixo de 50%. Pela primeira vez, Lula tem o apoio da maioria no Sudeste, nas regiões metropolitanas, entre os que têm curso superior e entre os vivem em famílias com renda familiar mensal superior a dez salários mínimos. Entre a pesquisa realizada em março e agora, houve um salto a favor de Lula de 14 pontos percentuais entre os brasileiros mais ricos. Hoje, 57% dos que vivem em famílias que ganham R$ 4.150,00 ou mais por mês aprovam seu governo. Lula também conquistou pela primeira vez a maioria no Sudeste: 57% o aprovam, dez pontos acima da última pesquisa. Há alguns anos Lula também só tinha a maioria ao seu lado em regiões do interior. Agora, 57% dos moradores das regiões metropolitanas o aprovam.
Por fim, Lula também venceu a barreira entre os mais escolarizados. Em março, 47% dos brasileiros com curso superior consideravam seu governo ótimo/bom. Agora, são 55%.
Os resultados da pesquisa coincidem com a divulgação, anteontem, de um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 6% no primeiro semestre do ano. Nesse bom resultado, houve uma significativa participação do consumo das famílias brasileiras, que cresceu 6,7% (a 19ª alta seguida) apoiado em aumentos da renda.

A expressiva avaliação de Lula aparece também no momento em que a inflação começa a ceder depois de ter atingido um pico neste ano, há três meses.

Coincide ainda com a participação pessoal ou do nome de Lula em várias campanhas municipais, além de grande exposição do presidente nos últimos dias por conta do início (ainda que simbólico) da produção de petróleo nas recém-descobertas reservas do pré-sal.

"A pesquisa mostra que Lula vem quebrando resistências, especialmente entre os principais segmentos da classe média, o que é muito significativo", afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.Na pesquisa, o Datafolha ouviu 2.981 pessoas maiores de 16 anos em 212 municípios do país entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou menos.Além de ter ultrapassado barreiras, o levantamento revela que Lula também ampliou de maneira significativa o reforço à sua popularidade entre os que já o apoiavam.

No Nordeste, por exemplo, região que sempre deu os melhores índices de popularidade a Lula, sua avaliação subiu mais sete pontos. Hoje, 3 entre cada 4 nordestinos o apóiam.

Houve ainda um salto de oito pontos percentuais a favor do presidente entre os mais pobres, com renda familiar até cinco salários mínimos. Atualmente, 65% desses brasileiros avaliam Lula positivamente. - Fernando Canzianda, Folha de S. Paulo.

Machetes do dia

Folha de S.Paulo: Aprovação a Lula bate recorde histórico
O Estado de S.Paulo: Conflito na Bolívia mata 8 e corta fornecimento de gás
Jornal do Brasil: Campanha com tropas, mas sem os candidatos
O Globo: Tropas ocupam 5 favelas no início da operação eleitoral
Gazeta Mercantil: Corte de gás da Bolívia expõe falhas do setor
Valor Econômico: Bolívia rejeita mediação brasileira para conflito
Correio Braziliense: O vizinho explosivo: Governo já tem plano para retirar brasileiros da Bolívia
Estado de Minas: Conflito na Bolívia mata 8 e corta fornecimento de gás
Jornal do Commercio: A dor de uma cidade
Diário do Nordeste: PMs e agentes acusados de facilitar fuga no IPPS
A Tarde: Desembargadores libertam suspeitos de vender sentenças
Correio do Povo: Morte e mais destruição no 2º dia de temporais
Zero Hora: Escombros e desolação

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

DataFolha: Marta lidera, com 40%, Kassab chega a 18% e empata com Alckmin, que tem 22%

Faltando um mês para o primeiro turno da eleição para prefeito, a candidata do PT, Marta Suplicy, continua liderando a disputa, com 40% das intenções de voto. Em pesquisa realizada na semana passada, a ex-prefeita obtinha 39%. Se a eleição fosse hoje, a dúvida seria quem a petista enfrentaria no segundo turno. Empatam no segundo lugar Geraldo Alckmin, do PSDB, que oscilou de 24% para 22%, e o atual prefeito, Gilberto Kassab, do DEM, que segue curva ascendente, e chega a 18% das preferências, taxa dois pontos maior do que a registrada no levantamento anterior (16%). A diferença de Alckmin para Kassab chegou a ser de 21 pontos no final de julho (32% a 11%). O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 7% para 8% e Soninha (PPS) se manteve com 3%. Ciro (PTC), Edmilson Costa (PCB), Ivan Valente (PSOL), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN), foram citados, mas não atingiram 1% das preferências.
Se a eleição fosse hoje, 5% votariam em branco ou anulariam o voto. Não saberiam em quem votar 4%. Foram ouvidos 1091 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, nos dias 4 e 5 de setembro, e a margem de erro máxima, para os resultados que se referem ao total da amostra, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Um terço (30%) dos eleitores paulistanos dizem que vão votar em Marta de forma espontânea, antes da apresentação dos cartões circulares com os nomes dos candidatos; eram 28% no levantamento anterior.

A taxa de menções espontâneas a Geraldo Alckmin se manteve em 15%; Gilberto Kassab oscilou de 12% para 13% na intenção de voto espontânea. Maluf é citado espontaneamente por 5%.

O percentual dos que não sabem dizer espontaneamente em quem gostaria de votar para prefeito caiu de 32% para 28%. Dizem espontaneamente que pretendem votar em branco ou anular 5% (eram 7% no levantamento anterior).

Corinthians bate Fortaleza pela 4ª vez e amplia vantagem na Série B

O Corinthians foi ao estádio Castelão neste sábado e conquistou sua quinta vitória consecutiva na Série B, ao bater por 3 a 1 o Fortaleza --um adversário considerado "freguês" nesta temporada.
Com a vitória, a equipe de Mano Menezes chega a 51 pontos, como líder isolado da divisão de acesso do Brasileiro. O Corinthians assim amplia a vantagem na liderança, que era de seis pontos para o Avaí, e agora é de sete para o Vila Nova.
Nesta temporada, o time paulistano já havia enfrentado o Fortaleza em três ocasiões --duas pela Copa do Brasil e uma pelo primeiro turno da Série B-- e vencido todas elas.
O Corinthians abriu o placar em uma cobrança de pênalti, originada em uma jogada de dois dos meias. Aos 21min, Morais cruzou da direita e Douglas, ao tentar chegar na bola, foi derrubado por trás. Chicão bateu e converteu.
O segundo gol foi resultado de um chute certeiro, mas do zagueiro do Fortaleza. Bebeto recebeu na área, e, marcado por um zagueiro, tentou dominar. A bola espirrou para o lado, e o zagueiro Preto chegou rasgando e chutou contra sua própria meta.
Com a vantagem construída na primeira etapa, o Corinthians começou o segundo tempo tentando administrar sua vantagem. Mas viu seu domínio ameaçado aos 9min, com um gol de cabeça do atacante Bambam --que entrou no intervalo pelo lado do Fortaleza.
Em uma bela jogada, o alvinegro do Parque São Jorge voltou a afirmar sua liderança. Em um lance de persistência, Elias cruzou na área, o jovem atacante Careca escorou de cabeça e André Santos pegou de primeira, em um sem-pulo, e ampliou.

Base de Lula lidera em 20 das 26 capitais

Integrantes da base aliada e da oposição têm travado disputas, na Justiça e nos bastidores, para se vincular à imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta campanha eleitoral.
Isso tem uma razão: em 20 das 26 capitais em que há eleição, candidatos que apóiam o Palácio do Planalto aparecem mais bem colocados que oposicionistas em pesquisas de opinião.
Em 2004, no segundo ano do seu primeiro mandato, apenas 11 aliados de Lula saíram vencedores no pleito municipal. Este ano, com o aumento da avaliação positiva do governo e também dos partidos que integram a base aliada no Congresso, há pelo menos 15 casos de embates para ter ou, pelo menos, evitar o apoio explícito de Lula na propaganda eleitoral.
O deputado federal Sarney Filho (PV-MA) atuou nos últimos 15 dias para convencer Lula a não ir à Natal, onde, até agora, Micarla Souza (PV) aparece na frente de Fátima Bezerra (PT), segundo pesquisa do Ibope divulgada em 29 de agosto.
Apesar de contar com o apoio do líder oposicionista no Senado, José Agripino (DEM-RN), Micarla gosta de lembrar que é candidata da base de Lula. "Ela não quer confronto entre o governo e a oposição. No Nordeste, qualquer candidatura contrária a Lula leva desvantagem", afirmou Agripino.
Prováveis adversários de Agripino em 2010, a governadora Wilma Faria (PSB) e o atual presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB), apelaram para Lula ir à Natal tentar levantar a candidatura de Fátima. "Foi difícil, mas conseguimos fechar uma data no dia 19", diz Garibaldi.
Em Aracaju, o senador Almeida Lima (PMDB-SE) trabalha contra a ida de Lula à capital, onde ele disputa a prefeitura contra Edvaldo Nogueira (PC do B-PT).
"Lula sabe que, no Senado, ele conta com 20 senadores do PMDB enquanto o PC do B só tem um", disse Almeida Lima. - Folhaonline

Manchetes do dia

Folha de S.Paulo: EUA intervêm para salvar gigantes do setor imobiliário
O Estado de S.Paulo: Oposição vai à Justiça contra ajuda eleitoral de Dilma ao PT
Jornal do Brasil: Indústria de ONGs cresce há seis anos
O Globo: Candidatos prometem livrar vans da fiscalização do Detro
Gazeta Mercantil: Até 2012, Brasil ganha 3º lugar em celulose
Valor Econômico: Nova múlti brasileira, Magnesita compra LWB
Estado de Minas: Sonho de ficar rico no exterior vira pesadelo
Jornal do Commercio: Triplo homicídio no Espinheiro
Correio do Povo: Fogaça lidera e Maria do Rosário e Manuela empatam em segundo
Zero Hora: Justiça eleitoral rejeita 209 candidaturas no Rio Grande do Sul